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Rocco lança “COLCHÃO DE PEDRA”, de Margaret Atwood

Em livro até agora inédito no Brasil, Margaret Atwood reúne contos recheados de personagens sombrios, elementos góticos e humor afiado

(Foto: divulgação)

Presenças fantasmagóricas, aberrações da natureza, alucinações, assassinatos, antigos rancores, sonhos frustrados. Colchão de pedra, obra que chega agora às livrarias de todo o Brasil pela editora Rocco, reúne uma série de narrativas que, assinadas pela premiada autora canadense Margaret Atwood, estão repletas de figuras sombrias e elementos góticos.

Os três contos iniciais da coletânea, por exemplo, são interligados por um personagem comum: o egocêntrico poeta Gavin Putnam. No primeiro texto, ele passeia pelas memórias um tanto confusas da namorada de juventude. No segundo, enquanto coloca à prova a paciência da atual esposa, que é muitos anos mais nova, ele relembra uma parte de seu passado inconsequente. Por fim, Putnam ressurge na história de uma antiga amante, que, depois de décadas de ressentimentos, decide comparecer a seu velório.

Na trama seguinte, uma jovem se vê vítima de uma rara doença ou de uma inesperada maldição. Quando seu corpo começa a ganhar uma aparência sobrenatural, ela precisa lidar com a vergonha da família. Não demora até que sua morte seja encenada e ela decida viver totalmente isolada no quarto de uma fazenda.

Na narrativa que dá título ao livro e que em breve vai virar filme, Verna, uma viúva, embarca em um cruzeiro pelo Ártico depois da morte nada acidental do seu quarto marido. O inesperado acontece quando ela vê entre os passageiros o homem por quem foi abusada e humilhada décadas antes. Astuta, ela planeja cautelosamente a sua vingança. Nas telas, a protagonista será vivida por ninguém menos que Julianne Moore.

As marcas da violência, a consciência da mortalidade e os mitos da velhice são só alguns dos temas que perpassaram as nove histórias de Colchão de pedra. Irreverente e cheia de surpresas, a obra é mais uma prova da genialidade de Margaret Atwood e de seu extraordinário talento para explorar as facetas mais perversas da humanidade.

Margaret Atwood, cuja obra foi publicada em mais de 35 países, é autora de mais de quarenta livros de ficção, poesia e ensaios críticos. Além de O conto da aia, seus romances incluem Olho de gato, finalista do Booker Prize; Vulgo Grace, ganhador do Giller Prize, no Canadá, e do prêmio Mondello, na Itália; O assassino cego, vencedor do Booker Prize de 2000; O ano do dilúvio e a trilogia MaddAddão. Ela mora em Toronto.

LANÇAMENTO: “Não existe amanhã”, segundo volume da trilogia que deu origem à série “Killing Eve”

No segundo volume desta sedutora trilogia de espionagem que deu origem à série Killing Eve, Villanelle e Eve se preparam para um confronto inesquecível

(Foto: divulgação)

Em um quarto de hotel em Veneza, onde acabou de concluir um assassinato de rotina, Villanelle recebe um telefonema tarde da noite.

Eve Polastri, a funcionária do governo inglês que está em seu encalço há meses, conseguiu rastrear um oficial do MI5 a serviço dos Doze e está prestes a levá-lo a interrogatório. Enquanto Eve se prepara para procurar respostas, tentando desesperadamente encaixar as peças de um terrível quebra-cabeça, Villanelle avança para o abate.

O duelo entre as duas mulheres se intensifica, assim como sua obsessão mútua, com a ação passando dos altos picos do Tirol até o coração da Rússia. Eve enfim começa a desvendar o enigma da identidade de sua adversária, e Villanelle se pega correndo riscos cada vez maiores para se aproximar da mulher que pode ser sua ruína.

Um thriller cheio de descrições chocantes e também sensuais, Não existe amanhã é brilhante ao narrar a mente psicótica de uma assassina e a caçada apaixonada de sua nêmesis, aproximando duas rivais a ponto de não saberem mais se estão uma contra a outra… ou mais unidas do que nunca. 

“Um thriller inebriante e tremendamente divertido.” — The Guardian

“Divertido, inteligente e com um humor sombrio.” — The New York Times

“Um livro cativante, que monta habilmente um desfecho em que as duas mulheres precisam desafiar seus chefes homens e as organizações por trás deles.” — The Sunday Times

“Este livro é ainda melhor que a série de TV. Inspirado em clássicos thrillers de espionagem, Luke Jennings oferece novamente um banquete ao leitor.” — The Evening Standard

LUKE JENNINGS é autor do livro de memórias Blood Knots, finalista dos prêmios Samuel Johnson e William Hill, e de diversos romances, incluindo Atlantic, finalista do Man Booker Prize. Como jornalista, já escreveu para The Observer, Vanity Fair, The New Yorker e Time. Visite seu site: lukejennings.com

DEEP SILVER ANUNCIA NOVA IP CHORUS, UM JOGO ESPACIAL SOMBRIO DE TIRO DA DEEP SILVER FISHLABS

Chorus Será Lançado para a Atual e Próxima Geração de Consoles em 2021

(Foto: Divulgação)

A Publisher Deep Silver juntamente com a Desenvolvedora Deep Silver FISHLABS amunciou a nova PI Chorus, um jogo de tiro e combate espacial sombrio para Xbox Series X e Xbox One, PlayStation®5 e PlayStation®4, Google Stadia e PC em 2021.

Revelado exclusivamente durante o evento Inside Xbox de hoje, Chorus oferecerá suporte ao Smart Delivery na família de consoles Xbox, garantindo que os jogadores tenham a melhor experiência no Xbox One e Xbox Series X com uma única compra.

Em Chorus,  os jogadores assumirão o controle de dois protagonistas: a ex-cultista Nara, um piloto excepcional com um passado assombrado, e Forsaken – um lutador de inteligência artificial da e o aliado mais próximo de Nara – que tem uma história misteriosa para desvendar. Esta experiência single player orientada pela história convida os jogadores a desbloquear armas devastadoras e habilidades alucinantes, enquanto lutam para libertar a galáxia do Círculo, o culto opressivo que não se detém em nada para garantir a subjugação completa.  

Temos o prazer de anunciar esta novo e emocionante PI”, disse Tobias Severin, Diretor de Estúdio na Deep Silver FISHLABS. “Desde o início, nosso foco tem sido oferecer uma jogabilidade incrível, momento a momento, para evoluir o espírito dos clássicos shooters de voo espacial. Estamos aproveitando totalmente o poder do hardware de última geração, permitindo criar ambientes mais ricos e detalhados em ray tracing, tudo em 4K e 60FPS.