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DEMO DE LIFE IS STRANGE 2 JÁ DISPONÍVEL

Demo de “Life is Strange 2” já está disponível. (Foto: Divulgação)

Faça o Teste Gratuito e Leve seu Progresso para o Jogo Completo

A SQUARE ENIX®, tem o prazer de anunciar que a demo gratuita de Life is Strange 2, o jogo de aventura aclamado pela crítica da equipe Life is Strange da DONTNOD Entertainment e da Square Enix External Studios, já está disponível.

Os cinco episódios impressionantes desta aventura indicada ao prêmio BAFTA contam a história de dois irmãos, Sean, de 16 anos, e Daniel Diaz, de 9, que precisam fugir de sua casa no subúrbio de Seattle após um trágico evento que muda suas vidas para sempre. Para complicar ainda mais, temos a manifestação de um novo e emocionante poder telecinético que tem implicações de longo alcance para Sean e Daniel e dificulta o relacionamento entre eles. A vida nunca mais será a mesma.

Life is Strange 2 é uma experiência narrativa da qual estamos extremamente orgulhosos. Adoramos Sean e Daniel, nossos novos protagonistas, e a história socialmente relevante de preconceito, perda, fraternidade e esperança que esse jogo traz à vida”, disse Jon Brooke, co-chefe de estúdio da Square Enix External Studios. “Estamos animados para que todos tenham a oportunidade de experimentar por si mesmos.”

Jogue a demo gratuita agora no PlayStation 4, Xbox One e PC. A temporada completa de Life is Strange 2 já está disponível nas edições digital e física para PC/Steam, PlayStation 4 e na família de dispositivos Xbox One.

KINGDOM HEARTS 3: O FIM DE UMA ERA, MAS O COMEÇO DE OUTRA

Por Henrique Moita

O que acontece quando se mistura Disney com Square Enix

Acontece a criação de um dos melhores jogos que eu já joguei na vida, a grande franquia, Kingdom Hearts.

Tudo começou em 2002, quando em uma ousada empreitada, foi lançado o primeiro jogo da franquia, no qual fomos apresentados a Sora, Riku e Kairi, um trio que vivia em uma ilha e tem suas vidas mudadas drasticamente, quando ela é atacada por Heartsless (criaturas das “trevas”) que acabam separando os três amigos. Então assumimos o papel de Sora que vai atrás de seus amigos.

No começo de sua aventura ele se depara com dois icônicos personagens da Disney, Donald e Pateta, que também estão à procura de seu amigo Mickey, aqui retratado como seu rei. Donald é retratado como o mago do reino e Pateta é como se fosse o chefe da guarda real. Esse acaba se tornando o trio principal do jogo, no qual você só controlará Sora, mas terá o apoio da dupla.

Kingdom Hearts 3 é um dos melhores jogos a atualidade. (Foto: Reprodução)

Ficaria muito longo resumir a história de Kingdom Hearts, afinal, são cerca de 9 jogos, lançados para diversas plataformas ao longo desses anos. Então iremos apenas deixar aqui a opinião desse jogo em si que, como o próprio título já falou simboliza o fim de uma saga, mas deixa aberto a enorme possibilidade e deixa muitos fãs na expectativa de que possa se começar uma nova saga.

Kingdom Hearts 3 foi o primeiro da história principal a ser lançado para a nova geração. Tanto o primeiro quanto o segundo jogo da franquia, foram lançados apenas para o PlayStation 2 e desde então, o máximo que vinhamos recebendo, era a remasterização dos jogos para as plataformas da Sony, já que os outros jogos da franquia, eram lançados para os consoles portáteis, como o Nintendo DS, PSP e até mesmo para mobile. Portanto não é de se espantar o salto na qualidade gráfica que o jogo possui com relação aos seus antecessores. O jogo está lindo, com detalhes fantásticos em especial o mundo do famoso pirata CAPITÃO Jack Sparrow, que, por se tratar do único filme “live-action” presente no jogo, mostrou praticamente com perfeição os atores que dão vida aos personagens da série, como Orlando Bloom, Keira Knightley e Johnny Depp.

Nesse jogo, a Square deu preferência para os filmes feitos pela Pixar e para os filmes da Disney que seguem o mesmo modo de animação apresentados pela empresa. Tanto que o único mundo presente no jogo que não segue esse padrão, e o do Hércules. Mas isso não deixa o mundo do personagem para trás. Ao contrário, nesse jogo temos algo diferente com relação aos anteriores. Foi tirado os campeonatos e acrescentado o Monte Olimpo e a cidade grega de Thebas. Ambos muito bem retratados com grandes detalhes.

Aliás, isso é uma coisa que não podemos nos queixar em relação ao jogo. Os detalhes, de todos os mundos, juntos com a qualidade gráfica colocada anteriormente, faz desse jogo um dos mais bonitos que já vi, chegando a ficar espantado com tamanha qualidade.

Porém, não só de elogios vivem os jogos. Kingdom Hearts 3 é um jogo fantástico, sim, mas temos algumas coisas para criticar também.

Toda primeira vez que eu jogo qualquer título no qual eu posso escolher uma dificuldade, eu coloco na padrão, para aproveitar de maneira “mais rápida” a história do jogo. Em KH3, eu vi uma queda significativa nessa dificuldade se comparados aos outros jogos da série. Nos outros títulos, lembro que morria “algumas várias” vezes mesmo nessa dificuldade e nesse jogo, morri no máximo duas vezes e ainda assim, graças a um item que podemos comprar na loja, logo no começo do jogo, quando a barra de vida zera, ela é automaticamente preenchida novamente por completo, nos perdemos o item, mas facilmente podemos compra-lo novamente, por um valor muito pequeno. A única luta que eu achei um pouco mais difícil, foi a última, mas ainda assim, se comparada aos últimos “chefões” apresentados, essa também é muito mais fácil.

Outra coisa que achei muito desnecessário, foram as interações com “atrações da Disney”, que eram interações com brinquedos de parques de diversões, como splash, ou uma montanha-russa, chegando até mesmo a ter uma interação com um carrossel. Isso acaba de certo modo facilitando ainda mais o jogo, que já está fácil. Por mais que tenham aquelas pessoas que falam “Se não quiser, é só não usar”, ainda assim, achei um pouco ruim essa parte e principalmente a facilidade com que se obtém essas interações.

Outra coisa a se criticar é a insistência do estúdio em colocar o “mundo” do Ursinho Pooh no jogo. Na minha opinião, e vejo que na de muitos fãs da franquia também, esse é um mundo que, se não existisse, não faria a mínima falta.

Por fim (juro que é a última crítica), senti que poderíamos ter jogado um pouco mais com outros personagens. Sei que o foco da história é o Sora, mas depois de ser apresentado a essa possibilidade no jogo Birth By Sleep, gostaria que isso se repetisse eu pudesse ter explorado mais a missão feita por Riku e Mickey, não só uma pequena luta na qual controlamos Riku. Isso, inclusive, poderia ser colocado nos próximos jogos da série.

Essas foram algumas das coisas das quais eu menos gostei em relação ao jogo. Porém isso chega a se tornar praticamente irrelevante ao se comparar ao resto do jogo. As “side quests” requisitadas são, de certo modo até, interessantes e divertidas. A história do jogo em si então. Que coisa maravilhosa! Foi um final perfeito para a, como ficou conhecida, Saga Xehanort.

As Keyblades então, outra grande surpresa, não só pelo fato delas agora mudarem de forma, mas principalmente o fato de você poder melhora-las ao longo do jogo, através de itens obtidos.

A história ainda é um pouco confusa em alguns detalhes, mas não seria Kingdom Hearts se fosse diferente.

O que nos resta agora, é esperar para os próximos jogos da série, já que o final deixa muito em aberto essa possibilidade. E por favor Square, não nos faça esperar mais 14 anos por isso.