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WILL SMITH E GRANDE ELENCO EMOCIONAM EM PRIMEIRO TRAILER LEGENDADO DE BELEZA OCULTA

A Warner Bros. Pictures divulga os primeiros materiais legendados de Beleza Oculta. O trailer mostra a história de Howard e os pilares que conectam os seres-humanos à terra: amor, tempo e morte. O pôster destaca os nomes do elenco de peso do filme: Will Smith, Edward Norton, Keira Knightley, Michael Peña, Naomie Harris, Jacob Latimore e as vencedoras do Oscar Kate Winslet e Helen Mirren. Beleza Oculta tem previsão de estreia para 26 de janeiro de 2017 no Brasil.

Sobre o filme

Quando um publicitário bem-sucedido (Will Smith) de Nova York sofre uma tragédia pessoal intensa e se isola de tudo, seus amigos elaboram um plano drástico para o tocar antes que ele perca tudo. O levando a seu limite, eles o forçam a enfrentar a verdade de formas surpreendentes e profundamente humanas.

Do diretor vencedor do Oscar David Frankel, este instigante drama explora como até a maior das perdas pode revelar momentos de beleza, e como as constantes do amor, tempo e morte se intercalam em uma história plenamente vivida.

Beleza Oculta traz um elenco de estrelas, incluindo Will Smith (“Esquadrão Suicida”, “Um Homem entre Gigantes”), Edward Norton (“Birdman ou [A Inesperada Virtude da Ignorância]”), Keira Knightley (“O Jogo da Imitação”), Michael Peña (“Perdido em Marte”), Naomie Harris (“007 Contra Spectre”), Jacob Latimore (“Maze Runner: Correr ou Morrer”), com as vencedoras do Oscar Kate Winslet (“O Leitor”, “Steve Jobs”) e Helen Mirren (“A Rainha”, “Trumbo – Lista Negra”).

David Frankel (curta-metragem “Dear Diary”, “O Diabo Veste Prada”) dirige o filme baseado no roteiro de Allan Loeb (“Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme”, “Quebrando a Banca”). O filme é produzido por Bard Dorros (“Polícia em Poder da Máfia”), Michael Sugar (“Spotlight: Segredos Revelados”, longa ganhador do Oscar por Melhor Filme em 2016), Allan Loeb, Anthony Bregman (“Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo”) e Kevin Frakes (“De Volta ao Jogo”). Os produtores executivos são Toby Emmerich, Richard Brener, Michael Disco, Michael Bederman, Ankur Rungta, Peter Cron, Steven Pearl e Bruce Berman.

A equipe de criação de Frankel nos bastidores inclui a diretora de fotografia Maryse Alberti (“Creed: Nascido para Lutar”), a designer de produção Beth Mickle (“Uma Repórter em Apuros”), o editor Andrew Marcus (“American Ultra: Armados e Alucinados”) e a figurinista Leah Katznelson (“Como Ser Solteira”). A trilha sonora é composta pelo vencedor do Oscar Mychael Danna (“As Aventuras de Pi”).

O filme tem data de estreia no Brasil prevista para 26 de janeiro de 2017.

A New Line Cinema apresenta, em associação com a Village Roadshow Pictures, uma produção Anonymous Content/Overbrook Entertainment, uma produção PalmStar Media e Likely Story: Beleza Oculta. O filme será distribuído pela Warner Bros. Pictures, uma empresa do grupo Warner Bros. Entertainment, e em territórios selecionados, pela Village Roadshow Pictures.

 

“Esquadrão Suicida” muda tom dos filmes da DC Comics, mas ainda peca em alguns aspectos

Por Antonio Lemos e Rodrigo Bocatti

 Quando “X-Men: Apocalypse” estreou, eis que apareceu o trailer de “Esquadrão Suicida”. A vontade em assisti-lo foi grande e por conta das cenas de ação e a trilha sonora. Aquilo despertou a minha curiosidade e tive que fazer uma promessa: eu tenho que assistir este filme, pois tem tudo para ser um dos melhores do ano.

Eis que chegou o grande dia, porém, o longa não superou as expectativas. Pelo contrário, deu aquela atropelada na trama dos vilões e as cenas de ação ficaram bem arrastadas. A trilha sonora foi fantástica indo de Creedence Clearwater Revival até Eminem e terminando com a clássica canção do Queen Bohemian Rhapsody”, mas o espaço aqui é para falar do filme e não de música.

"Esquadrão Suicida" muda o tom dos filme da DC Comics, mas não convence com narrativa óbvia. (Foto: Divulgação)
“Esquadrão Suicida” muda o tom dos filme da DC Comics, mas não convence com narrativa óbvia. (Foto: Divulgação)

A primeira meia-hora do filme mostra Amanda Waller (Viola Davis) preocupada em ter um grupo de vilões para salvar a cidade, e, consequentemente o mundo, após a morte do Superman. Ela dirige a Argus, uma agência secreta do governo chamado e cria uma força tarefa ‘suicida’ de super-vilões. O governo norte-americano recruta um grupo de criminosos, formado por Pistoleiro (Will Smith), Arlequina (Margot Robbie), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), Magia (Cara Delevigne), Diablo (Jay Hernandez) e Amarra (Adam Blech) para missões especiais. E Waller não dá ponto sem nó, ela convoca um dos melhores homens que os EUA possui na linha de frente para comandar a missão, Rick Flag (Joe Kinnaman) com sua protetora Katana (Karen Fukuhara). E os vilões são obrigados naquele negócio de “obedece ou morre” em troca de penas mais curtas.

Como a maioria dos vilões/heróis são desconhecidos do público que não acompanha a história em quadrinhos, o longa os apresentou até de certa forma atropelando os flashbacks dos considerados principais e dando um gostinho do Flash (Erza Miller) em cena. Isso tudo fruto das várias refilmagens que o longa foi submetido, por isso, uma “queimada de largada” ao jogar tanta informação de cada um em curto intervalo de tempo.

O destaque para o filme fica para a atuação de Margot Robbie e a sua Arlequina. A atriz encarnou a verdadeira Arlequina e a construção da personagem foi um dos pontos altos, já que ela fez os fãs deliraram com a roupa clássica em que ela foi apresentada na série animada e seu relacionamento com o Coringa (Jared Leto).

Após a atuação de Heath Ledger como o Palhaço do crime em “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, ficamos com a imagem dele na cabeça. E muitos fãs ficaram ressabiados com a atuação de Leto, porém o ator foi muito bem no papel e tem tudo para evoluir nos próximos filmes da DC Comics e promete ter uma relação interessante com a Arlequina e com o Batman (Bem Affleck), que tem rápidas aparições no longa.

Outra relação bem construída é entre o Pistoleiro e Rick Flag. Apesar de a liderança ser do soldado, fica claro que Will Smith rouba cena e assume o papel frente a equipe. Os diálogos entre eles são intensos e cheios de ironia, um querendo provocar o outro, mas fica claro que para o bem maior eles se entendem.

Por tudo que era esperado, o filme deixou um pouco a desejar, deixando uma sensação de que David Ayer poderia aproveitar melhor os vilões, dando um final bem burocrático e esperado. O tom do filme mudou depois da recepção da “Batman vs Superman – A Origem da Justiça”, e a DC fez o filme ter um pouco mais de humor e consegue isso naturalmente, mas em alguns momentos é forçado.

Dos longas de heróis que assisti neste ano, fica em 4º ou talvez em 5º no meu top-5. Bem que tentou bater “Guerra Civil”; “X-Men: Apocalypse” e “Deadpool”, mas faltou oxigênio para subir um ou dois degraus. Se serve de consolo, pelo menos pode se contentar em ser (pelo menos na minha visão), um pouquinho melhor do que “Batman vs Superman”.

 

Esquadrão Suicida – Batman e Coringa são o destaque de novo trailer do filme!

Por Legião dos Heróis

Durante o MTV Movie Awards uma nova cena de Esquadrão Suicida foi liberada! E nela temos ainda mais do Coringa de Jared Leto além de finalmente vermos o Batman, de Ben Affleck, em cena! Ansiosos? Confira a seguir!

É bom ser mau… Formar uma equipe dos mais perigosos super vilões encarcerados do mundo, dar a eles o arsenal mais poderoso à disposição do governo, e enviá-los em uma missão para derrotar uma enigmática entidade insuperável.

A oficial da inteligência dos EUA, Amanda Waller, determinou que apenas um grupo secreto de indivíduos desprezíveis com quase nada a perder faria a missão. No entanto, eles percebem que não foram escolhidos para ter sucesso, mas sim para inevitavelmente falhar, será que o Esquadrão Suicida vai morrer tentando, ou vai decidir que é cada um por si?

Escrito e dirigido por David Ayer, Esquadrão Suicida será protagonizado por Viola Davis, Margot Robbie, Will Smith, Jai Courtney, Joel Kinnaman, Jay Hernandez, Cara Delevingne e Jared Leto. O filme estreia em 04 de Agosto de 2016!

O último homem da Terra

Editora Aleph lança Eu Sou a Lenda, clássico da ficção científica e do horror, adaptado três vezes para os cinemas

Editora Aleph lança "Eu Sou A Lenda", (Foto: Divulgação)
Editora Aleph lança “Eu Sou A Lenda”, (Foto: Divulgação)

Uma das mais importantes obras do horror e da ficção científica, originalmente lançada em 1954 e base de três adaptações para o cinema, o livro Eu sou a Lenda, do romancista norte-americano Richard Matheson, é lançado pela editora Aleph. O clássico, que influenciou a obra de grandes mestres do horror como Stephen King e George A. Romero, ganha uma edição especial em capa dura e alguns extras: uma entrevista concedida por Matheson na qual ele fala sobre as influências e as adaptações do romance para o cinema e uma crítica do professor Mathias Classen, da Universidade de Aarhus, Dinamarca, analisando as questões bioculturais do romance.

A história se passa em um futuro não muito distante, quando todo o mundo é assolado por uma impiedosa praga. Homens, mulheres e até crianças são transformados em monstros carnívoros, e é nesse cenário pós-apocalíptico, tomado por criaturas da noite sedentas de sangue, que Robert Neville se torna o último homem na Terra e passa os dias em busca de comida e suprimentos, lutando para manter-se vivo e são. Mas os infectados espreitam pelas sombras, prontos para acabar com o último bastião da humanidade.

A obra de Matheson – um dos principais autores do século XX – modificou o modo de fazer filmes e livros de horror atualmente. O uso da ciência, como a medicina e a biologia, para explicar o surgimento dos vampiros, utilizado em Eu Sou a Lenda, oferece ao público um viés mais realista e possível, diferente de grandes nomes do gênero como H. P. Lovecraft, que tem suas raízes no sobrenatural. Sua influência é tão grande, que, mesmo com a obra citando somente vampiros, ela formou o imaginário do que seria um apocalipse zumbi.