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WIZ KHALIFA SE UNE À TYGA PARA O LANÇAMENTO DE “CONTACT”

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Nova música é a segunda estreia do rapper em 2020 

Superestrela do cenário musical, Wiz Khalifa colabora com Tyga para o lançamento do mais novo single da carreira, “Contact”. A faixa, já disponível em todas as plataformas digitais, é o segundo lançamento do artista neste ano e foi precedida por “Bammer” (feat. Mustard), sampleada com uma homenagem à “Don´t Give Me No Bammer Weed”, do RBL Possee, originalmente lançada em 1992.  

O álbum de 2018 de Wiz Khalifa, “Rolling Papers 2”, certificado de ouro pela RIAA, é uma prova do sucesso contínuo do rapper. O projeto, que inclui os singles de sucesso “Something New (feat. Ty Dolla $ign)” e “Hopeless Romantic (feat. Swae Lee)”, fez uma estreia espetacular no chart em julho de 2018, entrando na lista Billboard 200 na segunda posição. 

Wiz – que atualmente co-estreia como Death na aclamada série da Apple TV, “Dickinson” – está começando o ano com uma série de datas para shows, incluindo uma apresentação no “Wellness Retreat”, uma apresentação sem precedentes como co-headline triplo, juntamente com Snoop Dogg e Cypress Hill para um set do Morrison, no mundialmente famoso Red Roks Amphitheatre, na quinta-feira, dia 16 de abril. Além disso, Wiz estará, ao lado de outras superestrelas, em uma apresentação no Portimão, no Rolling Loud Portugal, entre 08 e 10 de julho. 

REVELAÇÃO DO POP BRASILEIRO, GIULIA BE LANÇA NOVO SINGLE, “(NÃO) ERA AMOR”

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Quarta faixa da cantora, é destaque do primeiro EP da carreira, com lançamento previsto ainda para este primeiro semestre

Apontada como uma das grandes revelações do pop brasileiro no último ano, Giulia Be lança nesta sexta-feira, dia 13 de março, pela Warner Music Brasil, o quarto single da carreira, “(não) era amor”. No clipe da faixa, que tem direção de Pedro Tófani e Fernando Hideki, a cantora luta boxe com ela mesma e toca instrumentos em uma banda em que interpreta todos os integrantes. A faixa é o destaque do primeiro EP da carreira da artistaque tem previsão de lançamento ainda para o primeiro semestre deste ano.

“Essa música foi escrita depois de uma conversa com minha melhor amiga, que me pediu conselhos de como lidar com o ex dela. A letra é uma carta aberta ao menino, para ele pensar duas vezes antes de quebrar um coração, pois tudo que vai, volta. Passo uma mensagem de amor próprio. Um grito interno para relacionamentos emocionalmente manipuladores, que só percebemos quando saímos deles”, comenta Giulia. “É uma afirmação de que o amor é para ser leve. E se tá doendo, sinto lhe dizer: não é amor”, complementa.

Dona de uma voz grave e doce, apesar da ainda pouca idade e a recém iniciada carreira com um som pop progressivo, a artista vem sendo considerada uma aposta da música, graças ao sucesso dos três primeiros singles, lançados em 2019: “Too Bad”, “Chega” e “Menina Solta”. O último, em pouco mais de três meses, chegou ao TOP 30 das mais ouvidas do Brasil no Spotify e continua galgando posições em diversos charts digitais: Virais do Brasil, Virais de Portugal, 50 Mais Tocadas do Brasil, 50 Mais Tocadas de Portugal. Atualmente é #1 nos charts de Portugal, além de figurar nos charts Virais em diversos outros países. O sucesso veio impulsionado pela apresentação de Giulia no Palco Sunset do Rock in Rio, onde participou do show do cantor Projota como convidada. Tamanho sucesso, levou a cantora a lançar também a versão em espanhol da faixa, “Chiquita Suelta”, em fevereiro deste ano.
 
Em 2020, Giulia Be já participou de dois importantes festivais de música no Brasil: Planeta Brasil (em Belo Horizonte) e IMusic (que aconteceu em Fortaleza no final de janeiro e onde a cantora se apresentou ao lado de alguns dos mais consagrados artistas brasileiros como Marisa Monte, Zé Ramalho e Paralamas do Sucesso). Em maio, a cantora se apresenta no Coolritiba (em Curitiba) e em junho sobe ao palco do Rock in Rio Lisboa.

“FERRUGEM EM CASA” É O NOVO PROJETO DO CANTOR NAS PLATAFORMAS DE STREAMING

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label“Ferrugem em Casa” é um sucesso consagrado pelo Brasil, com apresentações que são a cara do verão e já realizadas, inclusive, em quadras de escolas de samba de São Paulo e no Rio de Janeiro, como Mocidade Independente de Padre Miguel, Portela, Mangueira e Rosas de Ouro. A novidade de agora é o lançamento do primeiro álbum do projeto em todas as plataformas de streaming.

“Cada edição desse projeto é muito especial e saber que há o registro de uma dessas rodas de samba para formato de álbum é sensacional. Posso compartilhar com as pessoas um pouco mais da minha essência e estar presente de alguma forma com cada pessoa que escutar o álbum em suas reuniões com amigos ou família. Isso é muito valioso! Samba, pagode, amigos, família, verão e diversão…não há combinação melhor”, comenta Ferrugem.

Com gravação realizada ao vivo, o álbum reúne sete faixas com pot-pourri de 18 músicas (ver tracklist no final do release) que não podem faltar em uma boa roda de amigos, durante o Carnaval, na praia ou naquele churrasco do final de semana. O projeto traz Ferrugem tocando sambas e pagodes com seus amigos, num clima intimista e desconstruído em sua casa, no Rio de Janeiro, o que faz desse um material diferenciado.

Confira a tracklist completa do álbum “Ferrugem Em Casa”:

01- Mas Quem Disse Que Eu te Esqueço
02- Saco Cheio / Quando Eu Contar Iaiá /
Quem Não Dança Segura a Criança / Moleque Atrevido
03- Vai Lá, Vai Lá
04- Trilha do Amor / Fim da Tristeza
05- Conselho / Insensato Destino / Domingo
06- Sem o Teu Calor / Nada de Pensar em Despedida / Só me da Prazer
07- Coladinho / Esqueci de te Esquecer / Grades do Coração / Sabor do teu Beijo

TONES AND I ENTRA PARA O TOP 5 DO SPOTIFY BRASIL

Tones and I entre no Top 5 do Spotify. (Foto: Divulgação)

Cantora celebra virada de single com lyric vídeo inédito de “Never Seen The Rain” e anuncia show beneficente em prol das cidades assoladas pelos incêndios florestais na Austrália

Em menos de uma semana Tones and I bate um novo recorde nos charts, dessa vez no Brasil. Depois de completar com o hit “Dance Monkey” dois meses consecutivos como líder absoluta do TOP 200 do Spotify Global, Tones and I acaba de entrar no Top 5 da plataforma no Brasil, se tornando a faixa em inglês mais ouvida no país. “Dance Monkey” atualmente ocupa o primeiro lugar dos charts do Spotify em outros 16 países, e está no TOP 10 de mais 27 localidades. Hoje, a artista atingiu, pela primeira vez, a posição de número um do chart Billboard Hot 100 Songwriters com a música, que teve um novo pico no ranking, saltando sete posições, de 14 para o 7º lugar na lista Billboard Hot 100.

Atualmente, Tones está trabalhando em uma nova faixa do EP de estreia, “The Kids Are Coming”. O novo single, “Never Seen The Rain”, já ultrapassou a marca de 5 milhões de views com o clipe no YouTube e ganha agora um lyric vídeo, produzido pela Toon53 Productions.

Além disso, a cantora anunciou um concerto beneficente gigantesco que deverá acontecer no dia 28 de janeiro, em Melbourne, a Austrália, em prol do combate aos incêndios que tem assolado o país.

“A Austrália tem sido devastada nos últimos dias e é muito triste testemunhar isso. Não existe uma forma de minimizar o que se fala sobre isso, tem sido realmente apocalíptico. E como sempre, estamos nisso juntos”, declarou a cantora em suas redes sociais ao anunciar o show.

Toda a verba arrecadada com os ingressos do show será revertida para a Cruz Vermelha Australiana e para as corporações de bombeiros das regiões atingidas pelas queimadas. Além da cantora, outros artistas deverão ser anunciados em breve.

Tones começou a carreira com o single “Johnny Run Away”, ao enviar a música para a rede de rádio Triple J, da Austrália, como artista independente. Em apenas 12 horas, a música entrou na lista das mais ouvidas da rádio e ganhou destaque como uma das 100 melhores da emissora. Quando foi lançada nas plataformas de streaming, em março deste ano, a faixa atingiu 1 milhão de execuções globais na semana de estreia e se tornou a música mais tocada nas rádios da Austrália, tendo recebido certificação de disco de platina.

Mas foi com “Dance Monkey” que a artista fez a escalada global nos charts. A faixa atingiu a marca de 7,4 milhões de streams globais na semana de lançamento. No YouTube, o clipe do single já ultrapassou 487 milhões de views.

Todo esse sucesso impulsionou o lançamento do primeiro EP da cantora, “The Kids Are Coming”. Neste projeto, Tones mostra toda a versatilidade que tem como musicista, tocando teclado e bateria. No EP, além de conquistar o público como excelente compositora, a artista aposta todas as fichas no vozeirão cheio de personalidade.

DUA LIPA ESTREIA CLIPE AO VIVO DE “DON´T START NOW”

Nas plataformas digitais, a cantora também divulga um EP com seis versões remixadas da música

Dua Lipa revela um vídeo ao vivo e seis faixas remixadas, que compõe um EP da última música divulgada pela artista, “Don´t Star Now”. Dirigido por Daniel Carberry (Justin Bieber, Bruno Mars, Deadmau), o clipe mostra uma performance divina de Dua em uma vibe disco, com banda ao vivo em um ambiente que faz inúmeras referências à uma discoteca dos anos 80.

O EP, com o remix de seis versões de “Don´t Start Now” inclui remixes assinados por Pink Panda, Dom Dolla, Purple Disco Machine e Zach Witness, além de uma versão ao vivo estendida.
 
No final de 2019, Dua performou “Don´t Start Now” no MTV EMA, ARIA e AMA. Desde a estreia em grande estilo, em 2015, o primeiro álbum da carreira da artista eclipsou para o mundo, contabilizando 4 milhões de vendas mundiais, ultrapassando a marca de 40 milhões de singles vendidos. O projeto é oficialmente o mais ouvido de uma artista feminina na história do Spotify, ao passo que Dua é também a mais nova artista feminina solo a conquistar 1 bilhão de visualizações no YouTube. A cantora embarcará em uma turnê de 24 datas pelo Reino Unido e Europa em 2020 e incluirá duas noites na arena 02, em Londres.  

APOSTA DA WARNER MUSIC BRASIL, LUA UNE ESPIRITUALIDADE, POP E HIP HOP NO SINGLE DUPLO “NOVA”

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Capitaneado pelo clipe “Resiliência”, projeto tem produção musical de Papatinho 

Espiritualidade, ancestralidade e astrofísica surgem na música de Lua, artista carioca que dá os primeiros passos em uma carreira já promissora. Dona de influências que vão de elementos terrenos aos confins do universo, a cantora entrega uma lírica afiada, ao mesmo tempo moderna e primeva, original e cosmopolita unindo pop urbano e hip hop. Após se apresentar durante o Rock in Rio 2019, no stand da Warner Music Brasil, em parceria com a Mix FM, aos 20 anos, Lua lança o single duplo “Nova”, com os singles “Resiliência” – que ganha clipe – e “Dali & Kali”, com beats do renomado produtor Papatinho (Marcelo D2, Criolo, Black Alien, Anitta, Ludmilla) via Warner Music Brasil. O trabalho está disponível em todas as plataformas de streaming.

“É um sonho trabalhar com o Papatinho. Conheço o trabalho dele desde 2011 com a ConeCrewDiretoria e chegar na Papatunes e ver a gente trabalhando num som meu foi realmente algo impactante. Ele é uma referência pra mim de onde você pode chegar com seriedade e trabalho incessante”, explica a artista.
 
Criada na Zona Oeste carioca, Lua cresceu em meio aos conceitos de espiritualidade e energia que hoje influenciam sua música. Aos 12 anos, transcendeu o dogmatismo do centro espírita que frequentava para buscar respostas em conceitos da astrofísica, ufologia, umbanda e budismo. Nessa mesma época, passou a compor as primeiras canções. 
 
De lá para cá, Lua se tornou uma artista sincretista, uma verdadeira cigana urbana que não dissocia sua arte da jornada espiritual que a trouxe até aqui. “O amadurecimento musical nesses anos veio junto com o amadurecimento pessoal, com as vivências e experiências e com a minha percepção mudando. Foi um crescimento musical constante porque nunca deixou de acompanhar o meu crescimento pessoal. Como escrevo sobre o que vivo penso e sinto, tudo sempre foi profundamente integrado”, reflete. 

Vinda de uma família de músicos voltados para o rock, Lua canalizou nos beats a sua inspiração. O lado eletrônico se contrapõe e, ao mesmo tempo, complementa a sua arte plural, com a influência direta de elementos esotéricos e sincréticos trazendo uma constante ligação com o orgânico. São partes de uma mesma criadora.
 
“Todas essas terapias holísticas e esotéricas estão envoltas no processo de autoconhecimento, cura e despertar do espírito, que me ajudaram 100% a ser quem sou hoje, ajudando a integrar e suavizar os pontos negativos e a potencializar e enriquecer os pontos positivos. Sempre fui de escrever sobre a vida, como ela flui e influi na gente, então foi um caminho paralelo que se cruzou de acordo com as minhas vivências e buscas. Acredito que ela cria um tipo de ‘filtro’ no nosso olhar que afeta todo e qualquer aspecto da nossa vida”, explica Lua.
 
Entre mantras e rituais, ela constrói uma ligação direta com o ouvinte para muito além do entretenimento. É uma música urbana que trilha a fina linha entre enérgica e benevolente – porém nem por isso menos consciente, engajada, crítica, feminista e liberal. Em “Resiliência”, um mantra para Ganesha surge no refrão da música.
 
“Conheci esse mantra bem novinha, com a mesma idade que comecei a compor e ele sempre me ajudou a passar por cada momento de dificuldade. Ele é pra dissolver obstáculos do percurso, para atrair prosperidade, clareza de mente. Foi por isso coloquei como refrão de ‘Resiliência’, vai de encontro com a mensagem da música e traz essa vibração de Ganesha pra perto”, conta Lua.
 
A artista é uma das apostas do hub criativo carioca MangoLab. Responsáveis por desenvolver a carreira da artista, eles são uma plataforma multimídia de desenvolvimento de talento, visibilidade artística e experimentação cultural. Pensando novas estratégias de levar música ao seu público alvo, a MangoLab aposta em capacitar e desenvolver nomes promissores da cena independente, passando pelo mid-stream ao mainstream. 
 
Neste que será seu cartão de visitas ao cenário nacional, a cantora e compositora mostra uma musicalidade em estado bruto, um cristal prestes a ser lapidado.

LUDMILLA LANÇA “VERDINHA” E CONSAGRA ANO DE 2019 COMO UM DOS MELHORES DA CARREIRA

Cantora traz liberdade de escolha e quebra de estereótipos em nova faixa

Ludmilla a mais nova faixa “Verdinha” e agora, divulga clipe que acompanha a música no canal do Youtube. O novo single vem para coroar este ano, que foi de inúmeras conquistas e sonhos realizados. “Verdinha” vem com tudo e com grandes chances de se tornar mais um hit na carreira de uma das maiores cantoras do nosso país. Enaltecendo a liberdade de escolha e a quebra de rótulos, prepare-se porque mais que música, Ludmilla faz história.

A música tem ritmo dançante, é cheia de estilo próprio e irreverente. Na letra, fica representada a história de uma jovem cheia de liberdade, acima de tudo, e que, com esforço e trabalho, sustenta a casa e é independente. Com composição da própria cantora, e produção de Topo La Maskara e Walshy Fire, “Verdinha” faz alusão também ao dinheiro e em brincadeira, usa a fumaça verde e as notas de dólar para provocar o imaginário do público, que se instiga pelo apelo visual.

O clipe também chega marcado pelas cores em verde e traz para elementos de storyboard de uma enorme plantação de alface, onde Ludmilla surge como fazendeira, dona majoritária, poderosa e totalmente empoderada. Com referências no videoclipe de Rihanna para “Pour It Up”, a produção é assinada pelo diretor João Monteiro, da Umana Filmes.

“Foi um prazer participar de mais essa aventura ao lado da Lud, dessa vez para mergulhar na analogia de uma mulher negra que, por meio do trabalho, levanta um império. Trazendo referências da cultura da ostentação, algo muito clássico no rap/hip hop, a ideia de colocar Lud no comando da plantação foi também para exaltar o trabalho que ela faz para conquistar seus objetivos e, além de toda a brincadeira, claramente uma busca por transformações sociais por meio dessa discussão”, disse o diretor.

“Verdinha é uma música que eu adoro e tenho imenso carinho. Ela fecha esse ano, que foi um dos melhores da minha vida, com muita dança e animação. Espero que meus fãs e o público que me acompanha goste”, comenta Ludmilla.

O novo projeto segue a essência das músicas da cantora, sempre colocando em voga temas como liberdade de escolhas, de sexualidade, além da quebra de estereótipos. São mensagens sociais importantes e que mostram a preocupação da cantora com o discurso e conteúdo que veicula.

Ludmilla encerra o ano como um dos melhores da carreira. No início de 2019 lançou o primeiro DVD, “Hello Mundo”, que tem sido um enorme sucesso e cheio de participações especiais. Além disso, fez turnê internacional com ingressos esgotados por Portugal, África e Estados Unidos. Teve também a música “Malokera”, faixa do MC Lan com participação da cantora ao lado de Skrillex, Ty Dolla $ign e Troy Boy, entre as mais tocadas e na trilha sonora do desfile da cantora Rihanna. Ganhou duas categorias no prêmio Multishow com “Melhor cantora” e “Música Chiclete” com “Onda Diferente”. Em outubro fez a primeira participação no Rock In Rio, reunindo uma multidão de pessoas.

“Verdinha” é só início das novidades da cantora para 2020, que também gravou recentemente com a rapper norte américa Cardi B e prometeu um EP de pagode para os fãs. No próximo ano, pela primeira vez, Ludmilla participará do festival Lollapalooza.

Atualmente Ludmilla ultrapassa a marca de mais de 6 milhões de ouvintes mensais só no Spotify e mais de 19 milhões de seguidores no Instagram.

UM44K LANÇA SINGLE DUPLO “É SÓ VOCÊ VOLTAR/ PORTÕES”

Duo inicia nova fase após o sucesso do álbum de estreia “Tudo O Que Sonhamos”, que estreou com nove músicas simultâneas no TOP 200 do Spotify

Depois de pararem a internet com o lançamento de “Tudo O Que Sonhamos”, álbum de estreia do duo UM44K, que emplacou simultaneamente nove das 12 faixas no TOP 200 do Spotify, os músicos estão de volta e iniciam uma nova fase com o lançamento do single duplo “É Só Você Voltar/ Portões”, já disponível em todas as plataformas digitais. O projeto retrata as duas faces de uma desilusão amorosa e resgatam a essencial musical da dupla no pop romântico, com batidas de R&B.

(Foro: Divulgação)

Composição 100% autoral, assinada por Saulo e Luan, “É Só Você Voltar” representa a fase inicial de um relacionamento, marcada pelo encantamento e pela esperança. Na letra, fica evidente a história de um casal unido e perdido pelo destino, mostrando que quando a paixão é um grande amor e que, se as pessoas estão dispostas a mover céus e terras por uma nova chance de ser feliz, aquele sentimento pode dar certo.

Em “Portões”, também composição do próprio duo, os músicos falam do relacionamento que não deu certo, daquela fase de coração partido e desilusão. Forte, densa e crua, os versos que completam a faixa falam de saudades. Parafraseando muito sobre abrir mão de algo desejado, a música reforça o sentimento de decepção em si mesmo, e não no parceiro, mostrando que nós mesmos não somos capazes de reparar as feriadas abertas numa relação.

LIL PUMP LANÇA “POSE TO DO”, UMA PARCERIA COM FRENCH MONTANA & QUAVO

Faixa chega no auge do sucesso do segundo álbum da carreira do artista, “Harverd Dropout”

A mais nova faixa de Lil Pump, um dos mais carismáticos, inovadores e influentes rappers desta geração, “Pose To Do” ft. French Montana & Quavojá está disponível em todas as plataformas digitais. O single, uma produção de Mally Mall, chega ao público com o auge do segundo álbum da carreira do artista, o aclamado da crítica “Harverd Dropout”, que celebra uma turnê esgotada.

Com dreads coloridos como assinatura, exibindo tatuagens e um grande carisma, Lil Pump (nascido em 17 de agosto de 2000), chegou no Hip Hop como um tornado e já acumula mais de 2 bilhões de streams entre áudio e vídeo.

“Harverd Dropout”, lançamento recente de Lil Pump, estreou em 7º lugar no TOP 200 da Billboard e foi alimentado por momentos de quebra da Internet, como um discurso “Harverd Commencement” da Universidade de Harvard e a criação da série cômica “Pump University”, em parceria com o YouTube Originals, acumulando 7 milhões de visualizações até o momento. Singles únicos, como o crossover histórico com XXXTentaction em “Arms Around You” feat. Maluma & Swae Lee, ganhou disco de platina, enquanto “I Love It”, de Pump com Kanye West, alcançou o status de dupla platina. Além disso, o single “Be Like Me” feat. Lil Wayne contabiliza 69 milhões de visualizações de vídeos.

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O sucesso “Gucci Gang” recebeu 4 selos de platina e liderou as principais paradas dos Estados Unidos e da Europa, alcançando a segunda posição no TOP 200 do Spotify americano e a 12ª no chart Global. O vídeo da faixa soma mais de 942 milhões de visualizações no YouTube.

Em 2018, o vídeo de “Esskeetit” alcançou 421 milhões de visualizações. Com “I Love It”, colaboração com Kanye West, Lil Pump fechou o ano com a maior estreia global de um vídeo de hip hop no YouTube. Depois de ultrapassar 76 milhões de views em uma semana, o clipe conta com mais de 407 milhões de visualizações. Inovador e co-dirigido por Kanye West, o vídeo se tornou viral com um #ILoveItChallenge, ganhando memes de celebridades como Ellen Degeneres e uma paródia no The Late Show com James Corden. 

Além disso, Lil Pump ganhou grande destaque na imprensa com performances no The Tonight Show com Jimmy Fallon e no BET’s 2018 Hip Hop Awards. Ele ainda foi elogiado pela Billboard em sua lista anual “21 under 21”, que cita jovens artistas, com até 21 anos de idade, apontados como a nova geração da música. Com 2,4 bilhões de streams, o rapper aparece em terceiro lugar na lista, atrás somente de Shawn Mendes e Khalid.

“ORIGINALS”, NOVO ÁLBUM DO PRINCE, JÁ PODE SER OUVIDO EM TODAS AS PLATAFORMAS DIGITAIS

Lançado com exclusividade na semana passada pelo Tidal, versão física está prevista para 28 de junho. Ao todo, são 15 faixas na voz do compositor original, sendo 14 delas inéditas

Prince será para sempre lembrado como um músico impressionante em performances ao vivo, um artista de músicas no topo dos charts e um revolucionário da indústria musical. No entanto, durante todo o tempo que ele passou sob os holofotes nas suas quatro décadas de carreira, Prince também trabalhou incansavelmente nos bastidores para cultivar talentos, escrevendo músicas para os artistas em ascensão que ele respeitava.

Depois de chegar ao público com exclusividade pelo Tidal, os detentores dos direitos do Prince, em parceria com a Warner Bros Records, lançam“Originals”, em todas as plataformas digitais. O álbum de 15 faixas na voz do cantor – sendo 14 delas inéditas – que iluminam o vital papel de bastidores que Prince desempenhou nas carreiras de outros artistas. A versão física está prevista para o próximo dia 28 de junho. As faixas foram selecionadas em colaboração por Troy Carter, em nome dos detentores dos direitos do Prince e JAY-Z.

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Em meados da década de 1980, Prince estava dominando as paradas de sucesso, inclusive como compositor e produtor, com músicas que compunha e gravava para outras pessoas. Além de lançar nove de seus álbuns comerciais de maior sucesso, ele também escreveu e gravou inúmeros rolos de material para os artistas como The Time, Vanity 6, Sheila E., Apollonia 6, Jill Jones, the Family e Mazarati. Ocasionalmente, as gravações demo originais de Prince seriam usadas nos álbuns desses artistas com apenas pequenas alterações na instrumentação e a substituição dos vocais. Outras vezes, os artistas confiavam em suas demos para guiá-los em seu próprio processo de gravação, com o primeiro take de Prince como referência para a versão final de suas músicas. O efeito agregado foi uma completa saturação e transformação do panorama da música pop, com Prince liderando e subvertendo a cultura mainstream.

Várias das músicas icônicas encontradas em “Originals” foram grandes sucessos ​​para os artistas que as gravaram. “The Glamorous Life”, de Sheila E., alcançou o primeiro lugar nas paradas dance em 1984, enquanto o enorme sucesso de “Manic Monday” impulsionou o single e álbum, “Different Light”, da banda The Bangles, para o segundo lugar no ranking de música pop. O Ice Cream Castle da Time, apresentando o TOP 20 “Jungle Love”, passou um total de 57 semanas na Billboard 200. E em 1991, Martika teve sucesso internacional com “Love… Thy Will Be Done”, um hit TOP 10 na França, Austrália, Reino Unido e Estados Unidos.

“Originals” puxa a cortina para revelar as origens dessas músicas tão familiares, além de cortes mais profundos de álbuns como “Make-Up”, do Vanity 6, “Baby, You are a Trip”, de Jill Jones, e “My Love”, de Kenny Rogers. O álbum também traz a majestosa versão original de 1984 de “Nothing Compares 2 U”, lançada em 2018 como single.