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Formas circulares para acolher

Elementos arredondados na arquitetura são uma tendência, que revela o atual comportamento da sociedade que busca por aconchego e fluidez

A arquitetura é, reconhecidamente, uma das áreas que mais reflete a realidade e os anseios de uma determinada época. Atualmente, ela traduz o desejo da sociedade por espaços mais fluídos e acolhedores, em detrimento dos tempos difíceis que estamos vivendo.  Um dos reflexos dessa tendência comportamental é o uso de formas curvas e arredondadas nos projetos. Os círculos, em sua essência, são elementos de inclusão e congregação.

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Projeto Gislene Lopes: as curvas do mobiliário trazem mais leveza e promove circulação mais fluídas no espaço. (Foto: Jomar Bragança)

De acordo com a arquiteta Gislene Lopes, é fato que o modernismo trouxe consigo uma forte valorização de elementos considerados mais simples e supervalorizaram os ângulos retos e toda a praticidade nos seus “encaixes”. Mas, nos dias de hoje, percebe-se que a fluidez das curvas tem também um lado muito prático. “As curvas trazem mais leveza e promovem circulações mais fluidas nos ambientes. Não é que não se usavam as curvas, haja visto tudo o que Niemeyer fez no último século, mas com os avanços técnicos foi possível trazer e popularizar estes conceitos para dentro dos ambientes e mobiliários”, afirma.

De acordo com Gislene Lopes, as formas curvas, utilizadas com um bom conceito, auxiliam, também, na leveza e praticidade das circulações dos espaços. A profissional destaca ainda que, no mercado atual, tecnologicamente avançado, é possível dispor de diversos materiais e possibilidades de se usar as formas arredondadas. “A tecnologia nos permitiu criar todo tipo de estruturas arredondadas, em diversos tipos de materiais ou objetos de design. Temos desde o concreto até a madeira passando por toda a gama de materiais como vidros, metais, etc. que conseguimos criar ideias utilizando curvas ou formas arredondadas. Podemos fazer elementos estruturais de uma casa, revestimentos, esquadrias, mobiliários, bancadas, todo tipo de elemento arquitetônico e de interiores que possam agregar em um conceito melhor representado por estas formas sem tanta rigidez de ângulos”, explica.

Gislene Lopes conta também que, de acordo com a criação do projeto, é muito mais fácil utilizar as curvas do que o ângulo reto, mas, também alerta que é preciso compreender qual o foco da ambientação. “Se o conceito vai por outro caminho não adianta forçar em colocar curvas onde elas não foram aceitas. É preciso deixar fluir o conceito, sem excessos nesses elementos, sejam as curvas ou os ângulos retos e saber que eles também podem trabalhar muito bem juntos, criando um equilíbrio entre as formas”, encerra.

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Leveza na cozinha

Antes totalmente fechados, os armários de cozinha começam a trazer um layout aberto que proporciona mais beleza e praticidade ao dia a dia

Um item que tem ocupado posto de destaque e se tornado marca da nova cozinha é o armário aberto. Uma prática que vai ao encontro do conceito minimalista, muito em alta no momento.

Na Cozinha Dinamarquesa, projetada especialmente para a Casa Cor Santa Catarina- Itapema 2018, pelas designers de interiores Cris Araújo e Linda Martins, do escritório Maraú Design Studio, os armários abertos estão presentes e revelam como a cozinha é o centro da casa, digna de decoração elegante que não esconde nada através de portas.

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Mantendo apenas o essencial, os armários abertos são obrigatoriamente mais organizados o que traz mais funcionalidade a cozinha. (Foto: Daniela Buzzi)

“Além de ser uma tendência encontrada em feiras de decoração no Brasil e no mundo, o armário aberto traz leveza ao espaço e é um conceito simplista que se adequa ao design escandinavo que estamos propondo nesse ambiente”, explicam as profissionais. Os armários abertos valorizam ainda a escolha da louça e dos eletrodomésticos.

A escolha do armário aberto na Cozinha Dinamarquesa foi pautada também por uma característica muito forte no estilo escandinavo: a funcionalidade. “É uma vantagem não precisar perder tempo abrindo portas e procurando o que se precisa. Isso faz ainda com que tudo esteja sempre organizado e que se tenha apenas o essencial para o dia a dia”, encerram Cris e Linda.

Design na sua forma mais pura

A Cozinha Dinamarquesa, inspirada no design das terras de Hamlet, grande obra de William Shakespeare, promete uma experiência sensorial e visual único na Casa Cor Santa Catarina – Itapema

“Dizem que o hygge é a arte dinamarquesa da felicidade”, afirmam as designers de interiores do escritório Maraú Design Studio, Cris Araújo e Linda Martins. Elas foram buscar no estilo escandinavo a base para a idealização da Cozinha Dinamarquesa, ambiente que promete não somente agradar, mas surpreender na Casa Cor Santa Catarina – Itapema 2018 que traz o mote ‘A CASA VIVA’.

“Para cumprir a proposta da mostra, trouxemos ainda mais aconchego e uma simplicidade convidativa para a cozinha. Para isso, bebemos na fonte do design escandinavo”, contam Cris e Linda. A inspiração nórdica prega o conceito de hygge.Não há tradução do termo, mas refere-se a uma vida minimalista com foco no bem-estar. Na decoração, traduz-se em funcionalidade e máximo conforto.

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Projeto assinado pelo escritório Maraú Design Studio mostra a aplicação do estilo dinamarquês na cozinha. (Foto: Daniela Buzzi)

A valorização do hygge é vista nas linhas retas, cores e materiais usados na Cozinha Dinamarquesa. “Móveis bem resolvidos, com puxadores cava nos tons branco, grafite e madeira lavada e toques dourado foram nossas escolhas”, detalham as designers. Um dos destaques, a mesa Saarinen, ícone do design escandinavo, é enaltecida por pendentes desenhados com exclusividade pelo escritório Maraú Design Stúdio.

Na bancada em madeira rústica acompanhada de plantas e hortaliças, também idealizada pelo escritório, há o enaltecer do clima campestre, da natureza. “Os pendentes corda, de Guilherme Wentz, colocados sobre a bancada, tem desenho minimalista e dão toque contemporâneo ao ambiente”, acrescentam Cris e Linda.

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Enaltecendo a luz natural, por meio da ampliação da porta de saída e mudando as esquadrias, colocando mesa de design e lustre exclusivo, o escritório Maraú Design Studio deu outro significado a cozinha. (Foto: Daniela Buzzi)

No projeto luminotécnico, a mesma coerência. “A iluminação natural transforma o ambiente e é a base para um bom projeto dentro desse estilo. Sabendo disso, ampliamos a porta de saída e a substituímos por uma com esquadrias finas na cor preta que emolduram um charmoso jardim”, revelam as profissionais.

Para conhecer mais detalhes dessa cozinha encantadora basta visitar a Casa Cor Santa Catarina – Itapema entre 27 de maio e 08 de julho, no Itapema Beach Place, localizado na BR-101, Km 144, em Itapema.

PISCINA SINGAPORE É A SOLUÇÃO PARA APARTAMENTOS, TERRAÇOS E COBERTURAS COM AGILIDADE DE INSTALAÇÃO POIS DISPENSA OBRAS CIVIL

Os modelos da Pipeline Piscinas são únicos no país e contemplam em um só produto piscina, SPA e deck decorativo sobre a casa de máquinas que já vem acoplada ao casco da piscina com toda parte elétrica e hidráulica incluída

Quem está em busca de uma piscina para o apartamento, cobertura, terraço, varanda gourmet ou mora de aluguel e quer desfrutar de uma piscina em casa, pode apostar no modelo Singapore da Pipeline Piscinas, que dispensa obras civil, pois é instalada sobreposta no piso, é uma piscina chamada de auto-portante, necessita apenas do acabamento na lateral, que pode ser feito com madeira, placa cimentícia, entre outros materiais semelhantes.

O conceito desta piscina é o plug and play, ou seja, ligou funcionou, isso porque a casa de máquinas já vem acoplada ao casco da piscina sob um charmoso deck decorativo com toda parte elétrica e hidráulica prontas para uso. Outro grande diferencial é que a Singapore é super silenciosa, emite apenas 5 dB de ruídos e pesa somente 250 kg por isso se torna a solução ideal para a instalação em apartamentos residenciais, projetos corporativos, por exemplo, hotéis de luxo com piscina individual por quarto, e para quem mora de aluguel e não pode fazer obras no imóvel, além disso, quando o morador for embora pode levar a piscina junto e instalá-la novamente no novo endereço.

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Pipeline Piscinas oferece solução de instalação para quem quer uma piscina em terraços e coberturas. (Foto: Divulgação)

“A Singapore é fabricada em double wall, dupla parede, o que confere duas vezes mais resistência que uma piscina convencional e impede qualquer tipo de infiltração. Dentro da casa de máquinas tem espaço para guardar todos os acessórios de limpeza da piscina. Além de todas essas funcionalidades, tem ainda o custo benefício que é excelente e o curto tempo para instalação, em um ou dois dias já é possível utilizá-la”, destaca João Paulo Campana, CEO da Pipeline Piscinas.

Quando a questão é segurança, a Pipeline Piscinas leva isso muito a sério. O modelo Singapore atende todas as normas de segurança, possui Ralo Anti Hair, que impede a sucção dos cabelos; Alívio Atmosférico, que alivia a pressão caso alguém encoste no dreno ou skimmer; e D.R (Disjuntor Diferencial), dispositivo que protege as pessoas contra choques elétricos. A piscina é fabricada em fibra de vidro, um material que tem muitas vantagens, pois ajuda a manter a temperatura da água mais agradável que as de alvenaria e vinil, sua durabilidade é superior aos produtos convencionais, e a superfície totalmente lisa não causa cortes ou arranhões nos banhistas e facilita a limpeza, tratamento e higienização.

A Singapore possui outras comodidades que a tornam ainda mais atrativa. Três dispositivos de hidromassagem com regulador de ar aliados à iluminação com LED’s que mudam de tom conforme a programação no controle remoto, proporcionam uma terapia à base de cores que ajudam a relaxar, além de embelezar a piscina. A decoração da borda com pastilhas coloridas, a almofada aquabloc e o porta copos conferem sofisticação ao produto.

Mais informações sobre a Pipeline Piscinas através dos telefones 0300 643 2121 / Whatsapp (14) 98127-4830 ou aindawww.pipelinepiscinas.com.br e facebook.com/PiscinasPipeline

Salas integradas são realçadas pela cor cinza

Mesmo que o cinza seja uma cor neutra, as salas integradas de 60 m² desse apartamento ganharam destaque. A moradora brincava com os arquitetos Priscila e Bernardo Tressino da PB Arquitetura, que não queria nada muito colorido, mas também nada marrom e bege.

A solução foi investir no cinza, conta Priscila. “Eu gosto desse contraste que o cinza cria entre parede, teto e o batente das portas”.

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Cinza realça salas integradas. (Foto: Divulgação)

Para serem diferentes do restante da paleta cinza, duas paredes foram marcadas. Uma com deco painel de madeira para fazer o trabalho 3D, juntamente com o espelho, e a outra, com o papel de parede sutil.

A mesa nesse formato foi escolhida devido ao “ar” mais convidativo. Priscila explica que, como é uma mesa de oito lugares, o formato grande dificulta a conversa entre os convidados, mas ao utilizar na forma de elipse ou redonda, o móvel ganha um visual mais aconchegante e agradável. “Nesse projeto, conseguimos utilizar esse formato, pois tínhamos uma metragem maior, porém quando o ambiente é pequeno, fica mais difícil”, aconselha.

Aberto às sugestões, os moradores exigiam um projeto clean e prático. Os arquitetos, então, utilizaram duas poltronas giratórias. Assim, as pessoas conseguem o movimento tanto para a sala de jantar quanto para a sala de estar, e a conversa flui melhor.

Para uma iluminação clean, foram utilizados spots embutidos, uma fita de Led no cortinero entre a sala e o terraço, e um pendente para a mesa de jantar.

Já, o tapete de patchwork com fundo vermelho foi um paradigma quebrado, brinca Priscila. “Os clientes foram resistentes no começo, mas depois adoraram o resultado da combinação do cinza e vermelho do tapete”, ressalta.

Em outra sala a televisão ganhou espaço, porém nessa os moradores preferiram algo mais intimista. Segundo os arquitetos, isso não é tão comum pois geralmente as plantas dos apartamentos são reduzidas.

Salas integradas onde o cinza trouxe aconchego e sofisticação.

Apartamento moderno tem quarto geek para mãe e filho

Priscila e Bernardo Tressino da PB Arquitetura equilibraram gostos e tendências

Apaixonados pelo mundo geek, mãe e filho moram em um apartamento de 85 m², em São Caetano do Sul. Para a reforma, o trabalho dos arquitetos Priscila e Bernardo Tressino da PB Arquitetura foi, então, colocar tendências modernas e montar um quarto “nerd” para os moradores.

Ter um cômodo que levasse a cor vermelha era um dos desejos da moradora, mas ela também tinha medo de que o tom fosse pesado demais. Assim, os arquitetos decidiram investir no vermelho para a cozinha, um ambiente não tão visível e que teve o equilíbrio do branco e do preto.

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PB Arquitetura realiza projeto de quarto geek. (Foto: Divulgação)

Bernardo explica que os pendentes de lâmpada de filamento de carbono realçaram ainda mais a cozinha moderna, visto que eles podem ser observados da sala também. Já a sala ganhou mais amplitude visual com o coringa “espelho” e um papel de parede neutro com muito brilho.

A bancada também recebeu mais cadeiras. “A ideia é de que a sala conseguisse comportar o maior número de pessoas, pois os moradores adoram receber visitas”, conta Priscila.

Sem se preocupar com a churrasqueira, a ideia da moradora era fazer da varanda gourmet um “cantinho do vinho”, já que o churrasco sempre ficaria em segundo plano. Para isso, os arquitetos providenciaram um banco de demolição, uma mesa de centro também de demolição, e um piso que mais se parece um tapete.

Outro cantinho especial é o quarto geek. Personagens de desenhos e filmes foram parar nas estantes e nichos desse quarto. A traseira de um Cadllac se transformou em poltronas, a cabine de telefone e a coruja do Harry Potter também fazem parte do cômodo.

Para mais um quarto, a divisória de draywall deu lugar a um closet, mesmo com a pouca metragem do ambiente. Priscila afirma que o papel de parede forte 3D que conseguiu dar destaque, seguindo a linha moderna de todo o apartamento.

O quarto do filho de 11 anos, que se aventura sendo youtuber, precisou de mais espaço para gravações de dicas de vídeo game. A solução encontrada pelos arquitetos foi de elevar a cama, a escrivaninha ficou logo abaixo. E ainda o menino consegue mostrar um visual legal para a câmara, o desenho de um lobo no armário.

Um apartamento que transparece os gostos dos moradores sem deixar de lado as tendências atuais.

Butzke apresenta sua primeira linha infantil

A linha “Alpina” é assinada pelo jovem designer curitibano Paulo Ferraz

Uma relação secular com a madeira, caracterizada por um grande know how na fabricação de móveis para área externa. Os móveis da Butzke carregam muito da história do mobiliário brasileiro, com criações de alguns dos designers mais premiados do país, entre eles Carlos Motta, Arthur Casas, Zanini de Zanine e Fabricio Roncca. Agora, a empresa, de Timbó (SC), acaba de apresentar sua primeira linha infantil, lançada oficialmente na ABIMAD 2018, realizada na última semana, entre os dias 30 de janeiro e 02 de fevereiro.

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Butzke apresenta linha de móveis infantis. (Foto: Divulgação)

Com o nome de “Alpina”, a linha infantil é a assinada pelo jovem designer curitibano Paulo Ferraz, de 26 anos. De acordo com o profissional, a inspiração veio após uma viagem aos alpes italianos. “Fiquei encantado com as inúmeras mesas de piquenique da região. A maioria delas eram rústicas e improvisadas, porém muito funcionais. Aquilo ficou gravado em minha memória”, explica Ferraz. Meses depois surgiu a oportunidade de projetar para a Butzke. “O Michel Otte, diretor da marca, pediu eu desenhasse algo no seguimento infantil por ser uma área em que eu já vinha projetando. Foi aí que liguei as coisas”, detalha.

Durante o processo de desenvolvimento o designer percebeu a oportunidade de debater um tema recente. As crianças nunca estiveram tanto tempo dentro de casa. Atualmente, existe a dificuldade em saber qual o limite do uso de dispositivos digitais e do estilo de vida indoor. Essa visão mudou a essência do projeto. Passamos a buscar algo vibrante, que despertasse os sentidos e que convidasse a tocar e interagir. Com a ‘Alpina’, quero dar motivos para que as crianças curtam momentos especiais fora de casa, deixando um pouco de lado o estilo de vida indoor”, comenta o designer.

A linha “Alpina” é composta por mesa, banco com encosto e banco sem encosto.  As peças foram fabricas somente com madeiras certificadas, e estão disponíveis em diversas cores e acabamentos. “Conseguimos desenvolver uma linha muito bonita e extremamente funcional. A montagem não necessita de ferramentas e é superintuitiva. A ‘Alpina’ também é muito segura para as crianças e traz todos os selos de sustentabilidade da Butzke”, detalha o designer. 

Jovem talento

Com apenas 26 anos, o designer Paulo Ferraz ganhou destaque internacional no ano passado após ser convidado para participar do Salão Internacional do Móvel de Milão 2017, na Itália. Na ocasião, o profissional expôs a “Picolézinho”, cadeira que reinterpreta o prendedor de bolsa na forma de um picolé mordido.

“O mobiliário infantil entrou na minha vida de um jeito interessante. Demorei um certo tempo para perceber que os meus melhores projetos eram na verdade móveis infantis. Ultimamente tenho focado mais neste seguimento, é verdade. Porém não pretendo me restringir até porque muitas oportunidades estão surgindo ”, completa Paulo Ferraz.

A linha “Alpina” da Butzke, assinada por Paulo Ferraz, está disponível em lojas de móveis e decoração espalhadas por todo Brasil. Mais informações pelo telefone (47) 3312-4000 ou nos sites http://www.butzke.com.br e http://www.ferrazpaulo.com.br.

Arquiteta Carmem Avila ensina como utilizar diferentes tons de madeiras em um ambiente

A profissional destaca o seu uso tanto para ambientes residenciais, como corporativos

A madeira é conhecida por agregar conforto aos ambientes e continua a ser um dos elementos muito utilizado na decoração de interiores. Versátil e clássico, a madeira pode escurecer ou iluminar um ambiente, trazer um clima moderno ou rústico, além de apresentar tons e texturas diferentes.

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Carmen Avila ensina como utilizar a madeira nos ambientes. (Foto: Divulgação)

Para Carmem Avila, do escritório Carmem Avila Arquitetura, não é necessário optar por apenas um tipo específico de madeira no décor. Acostumada a realizar a mescla em seus projetos – tanto comerciais, corporativos ou residenciais, a arquiteta ressalta a necessidade de trazer um olhar atento para a combinação e seguir algumas precauções visando não sobrecarregar os ambientes. A seguir, as dicas elencadas por ela para trabalhar o mix com esse importante elemento da natureza.

·         Evite o excesso de texturas

 “Para um ambiente onde a madeira estará presente em grande escala é importante dosar as texturas com elementos de superfícies neutras e uniformes” explica Carmen. 

·         Composição piso e paredes

A arquiteta explica que é possível trazer a harmonia para a utilização da madeira tanto no piso como também nas paredes. Para equilibrar a composição, o segredo é pensar em paredes ou outras superfícies lisas. “Por exemplo, um piso de tacos em palito Ipê e uma das paredes também no mesmo material, podem ser acompanhados por superfícies brancas ou off-white”, destaca.

·         Madeira na cozinha

A aplicação de madeira na marcenaria da cozinha deve ser combinadas com o piso neutro e bancadas uniformes. “Inox, pedras sintéticas ou Corian são materiais que harmonizam com o elemento. Dessa forma, nada impede trazer para a cozinha banquetas de madeira em outro tom, pois as grandes superfícies já equilibram as texturas”, acrescenta Carmem.

·         Composição piso de madeira e móveis de madeira natural

A arquiteta sempre aposta e considera interesse esse tipo de combinação, pois a diversidade de tons da madeira valoriza a leitura do ambiente entre as diferenças das espécies. “Neste caso, é importante que tapetes, estofados, almofadas, papéis de parede ou os objetos decorativos sejam de uma única cor e com pouca ou nenhuma estampa”, indica.

·         Madeira maciça e imitações de madeira

Atenção na mistura de madeiras maciças com imitações. “É importante tomar esse cuidado, pois muitas vezes, a madeira natural pode desvalorizar a peça industrial e vice-versa”, alerta a profissional.

 

Por fim, tenha em mãos amostras dos materiais que pretende instalar em um mesmo ambiente. “Esse recurso facilita a definição dos demais elementos do espaço”, finaliza Carmem.

Cerâmica Atlas apresenta nova coleção com texturas e nuances inspiradas em pedras e tijolos

14 novos revestimentos cerâmicos com impressão em alta definição permitem personalizar ambientes internos e externos com beleza e praticidade

Opção imbatível para quem busca beleza e praticidade, os revestimentos com texturas e nuances inspiradas em pedras e tijolos vêm ganhando cada vez mais força em projetos residenciais e corporativos. Alinhada com esta tendência, a Cerâmica Atlas, referência nacional em pastilhas e revestimentos, apresenta uma nova safra de peças cerâmicas com o visual de tijolos aparentes, mármores e pedras.
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Peça Fiji, no formato 12 cm x 24 cm, é um dos destaques da nova coleção (Foto: Guilherme Gongra)
Para proporcionar uma aparência tão fidedigna ao revestimento, a Atlas aposta na impressão em alta resolução. Após a preparação da massa, as peças recebem em sua superfície um acabamento impresso a partir de imagens transmitidas via computador à máquina-impressora. Isso permite reproduzir detalhes como veios, texturas e variações de tonalidade muito próximas aos apresentados pelos materiais naturais, além de permitir à Atlas estabelecer uma base infinita para exercer sua criatividade em novas peças ou fabricar materiais sob encomenda, o que eleva o potencial produtivo a um nível inédito na cinquentenária história da empresa.
No intuito de oferecer soluções completas para diferentes tipos de espaços, os novos revestimentos permitem personalizar fachadas, ambientes internos e externos, inclusive piscinas, com excelente custo-benefício, pois dispensa os cuidados exigidos pelos materiais naturais, seja na aplicação ou na manutenção, além de apresentar uma maior durabilidade do que estes materiais, reforçada pela pequena absorção de água do material cerâmico (entre 3 e 6%).
As peças também oferecem diferentes opções de combinações e paginação, com as variações em junta reta (sob encomenda, mediante consulta), amarrada e à granel. Um exemplo da variedade de opções é a referência Fiji, cujo visual que remete ao da pedra natural e que pode ser encontrada nos formatos 10 x 10 cm ou 12 x 24 cm.

Dicas certeiras para escolher a bancada da cozinha

Com grande experiência em projetos de cozinha, a arquiteta Luciana Tomás orienta os pontos que devem ser observados para a bancada dos sonhos

Na hora de projetar a cozinha, mil perguntas e mil opções permeiam as escolhas para equipar um dos ambientes mais queridos da casa. Há tempos, a bancada ganhou o status de elemento funcional e deixou de ser apenas o espaço onde está a cuba. Saindo da tradicional receita ‘parede + janela’, tornou-se elemento central que recebe os familiares e os amigos em torno do fogão.

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Luciana Tomás dá dicas para uma bancada na cozinha. (Foto: Divulgação)

Para esclarecer dúvidas e ajudar na escolha da bancada perfeita para cada estilo, a arquiteta Luciana Tomás, que atua principalmente na capital paulista, destaca que a escolha do projeto deve relacionar quatro pontos fundamentais – estética, durabilidade, praticidade e higiene.

No que diz respeito ao visual, a profissional explica que a bancada deve combinar com tudo na cozinha. “Durante a fase do projeto, é sempre importante colocar juntas todas as amostras dos materiais. Azulejos, armários, revestimentos e a pedra da bancada devem apresentar harmonia entre cores e acabamentos”, conta Luciana.

Ainda sobre os materiais, a arquiteta lista algumas características a serem consideradas. Embora bastante higiênico, o aço inox na bancada pode riscar com mais facilidade. Luciana indica como boas soluções:

·  Granito – dê preferência ao preto, que por ser um material poroso, não apresenta manchas de absorção de água, gordura ou outros alimentos. Para as demais cores de granitos, a sugestão é que o acabamento escolhido seja o brilhante, pois apresentam poros mais fechados;

·    Porcelanatos – indicados por sua resistência;

·   Pedras compostas: de várias marcas e opções de materiais, apresentam resistência e amplia a possibilidade para um design mais moderno ao projeto.

Pensando na cuba, Luciana explica que o modelo escolhido define o vão a ser feito na bancada. Assim, ela pontua que a peça deve ser escolhida desde o início do projeto para que seja estudada a melhor adaptação dentro da bancada.

Com relação à torneira, a orientação é posicionar o jato d’água na direção do ralo. “Para não errar, consulte as especificações do fabricante da peça”, relaciona. Instaladas na própria bancada, na parede ou, em alguns casos, diretamente na cuba de inox, a distância da torneira em relação à cuba pode variar de acordo com o modelo. “No caso do granito, é normal prevermos um distanciamento aproximado de 3cm entre a cuba e torneira de mesa, para não afetar a resistência da pedra que corre o risco de quebrar se a medida for menor que isso”, completa.

Luciana ainda enumera cuidados que devem ser implementados visando a conservação dos materiais utilizados na bancada:

·    Para a limpeza da cuba de aço inox, use panos e buchas macias e evite produtos de limpeza como polidores e saponáceos, que podem prejudicar a superfície do material;

·    Granito: é um produto poroso, mas a selagem anual da pedra garante a impermeabilidade para a não absorção de líquidos. Vale ainda destacar que não devem ser usados, durante a limpeza, produtos químicos abrasivos ou limpadores com ingredientes ácidos. Alimentos como, vinagre, suco de limão e refrigerante também podem danificar o granito caso a limpeza não seja feita de imediato;

·   Porcelanatos: efetuar a limpeza com água e detergente neutro.

·   Pedras compostas: pano úmido e produtos de PH neutro.